Aristides Meneses


Pinturas e Desenhos - Paintings and Drawings





Influenciado por três continentes - Influenced by three continents


1979-1983

2007

2014


Emoções contraditórias - Contraditory emotions


1984

2008

2015


Diogenes de Synope - Diogenes of Synope


1985-2002

2009

2016


Aristides Meneses and the inner reflection


2003

2010

2017


O Divino e o Homem - Divine and Man


2004

2011



Espelhos futuros - Future mirrors


2005

2012



Curriculum Vitae


2006

2013

Desenhos


Contacto ou aquisição - Contact or buying




Retratos alucinados









Disponíveis Pequenas (até 50 cm)






Disponíveis Muito Grandes













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A floresta de Democritus

Democritus forest

2013, Óleo sobre tela, 180 cm X 180 cm

Disponível para venda. 8.000 euros.





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Cair da noite em Inhambane

Nightfall in Inhambane

2012, Óleo e tinta da Índia sobre tela, 200 cm X 200 cm

Disponível para venda (por favor contacte)





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Preconceito

Prejudice

2010, Óleo sobre tela, 160 cm X 120 cm Dois painéis de 80 cm x 120 cm

Disponível para venda (por favor contacte)





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Quatro gémeos

Four twins

2010, Óleo sobre tela, 150 cm X 100 cm

Disponível para venda. 2.900 euros.





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Filho único

Only son

2010, Óleo sobre tela, 150 cm X 100 cm

Disponível para venda. 2.900 euros.





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Coleccionador de esculturas ligeiramente não euclidianas

Colector of slightly non-Euclidian sculptures

2010, Óleo sobre tela, 100 cm X 150 cm

Disponível para venda (por favor contacte)





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Inhambane

Inhambane

2010, Óleo e tinta da Índia sobre tela, 200 cm X 400 cm

Disponível para venda (por favor contacte)





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No fundo do oceano Índico

At the bottom of the Indic Ocean

2009, Óleo sobre tela, 180 cm X 180 cm

Disponível para venda. 8.000 euros.

No fundo do oceano Índico

Por Aristides Meneses

A procura milenar pela quimera grega original, ser vivo composto por partes de seres de outras espécies, não deu ainda qualquer resultado. Apenas no imaginário surgiram as sereias, os pegasus, os minotauros e afins. Esta situação leva-nos naturalmente a três hipóteses: ou a quimera não existe e a procura é vã, ou a quimera existe e apenas ainda não foi encontrada ou a questão está mal formulada. Sendo impossível provar ou ter a certeza que o que quer que seja não existe e sendo a busca de milénios infrutífera, devemos, pelo menos para verficar da sua validade, focar-nos na formulação da questão.

Darwin explicou cientificamente como evoluem as espécies a partir umas das outras, dando assim suporte científico ao conhecimento milenar dos Hindus sobre a reencarnação em seres mais ou menos superiores de acordo com o comportamento desse ser em todas as suas encarnações anteriores. Deste conhecimento decorre naturalmente que a vida teve de começar simples e as espécies irem evoluindo a partir da necessidade de gerar seres superiores para comportar os comportamentos de mérito. Quero aqui deixar claro que, nesta reflexão, a noção de superior não tem qualquer apreciação de valor, tratando apenas de uma métrica para a comparação da complexidade dos conteúdos físico-químicos-emocio-racionais de qualquer indivíduo vivo.

Por outro lado, num mundo de propensões de Popper, é também mais ou menos claro que o cosmo contém pelo menos uma propensão para a vida e para a evolução da vida para maiores níveis de complexidade e abstractividade.

A questão, assim, é determinar se essa propensão é monótona e, não sendo, quanto tempo é necessário para que a descontinuidade se manifeste de forma detectável. Os Hindus sabem que o cosmo não tem princípio nem fim. O que tem princípio e fim é o ciclo cósmico. O cosmo continua e é o mesmo e, por isso, as suas propensões, incluindo a propensão para a vida, são necessariamente as mesmas. No entanto, essa propensão para a vida, sendo claramente afectada pela incerteza quântica de Heisenberg, não gera necessariamente sempre os mesmos resultados.

Dos efeitos conjugados das reflexões expostas podemos então concluir que o cosmo é o mesmo ao longo dos diversos ciclos, que tem pelo menos uma propensão para a vida e para a vida cada mais mais complexa e abstratizada e que essa propensão será afectada pela incerteza quântica no próximo ciclo cósmico de tal forma que, a partir da mesma estrutura de DNA, gere recombinações diferentes das existentes actualmente.

Por isso, no próximo ciclo cósmico, todas as espécies tenderão a ser composições das espécies actuais, ou seja, todos os seres do próximo ciclo tenderão a ser quimeras do nosso ponto de vista, assim como todos os seres actuais são quimeras do ponto de vista de quase todos os ciclos passados e futuros.





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Oceano Índico

Indic ocean

2009, Óleo sobre tela, 125 cm X 175 cm 13 painéis

Disponível para venda (por favor contacte)





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No princípio era azul

At the begining it was blue

2009, Óleo sobre tela, 150 cm X 100 cm

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Há luz no fim do universo

There is light at the end of the universe

2009, Óleo sobre tela, 150 cm X 100 cm

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Há luz no fim do universo

Por Aristides Meneses

Que haverá no fim do Uiverso? Questão angustiante pelo menos do ponto de vista genético pois, se nada houver, toda a vida terminará. Para me aproximar de uma eventual resposta comecei por reflectir sobre algo mais simples, o começo do universo e tentar determinar se terá tido um começo ou se sempre existiu.

Esse começo, quer na versão espiritual, “Faça-se a luz”, quer na versão da Física com o “big-bang”, não me parece totalmente incompatível com o conhecimento milenar que afirma que o cosmo sempre existiu, não tendo princípio nem fim. Esta é a única resposta actualmente conhecida que resolve o paradoxo inerente ao princípio do universo. Uma vez que, por definição, o universo é tudo, então, por definição, abarca tudo o que existe. Não pode ter tido um começo pois essa situação anterior contradiz a sua definição. O que pode ter tido um começo, faça-se luz e big-bang, é o actual ciclo cósmico. Assim, o universo sempre existiu mas o actual ciclo cósmico teve um começo, há milhões de anos é certo, mas não infinito.

Esta conclusão, só por si, não determina que o universo não tenha um fim. Mas as leis da física afirmam que nada se cria e nada se perde, tudo se transforma. Ou seja, no seu eventual final, o universo não se pode converter em “nada”. O resolução do paradoxo que indicia que não houve princípio também indicia que não haverá fim. Mas assim como nada desta reflexão impede o princípio do ciclo cósmico também nada nela impede o seu fim.

E deste modo cheguei a uma nova questão: que haverá no final do ciclo cósmico? Tudo depende da realidade do ciclo. Por inerência, um ciclo é o retorno ao princípio. Assim, o final do universo, mais rigorosamente, do ciclo cósmico, deve ser, simultâneamente o princípio do novo ciclo, pois parece razoável supor que estes dois fenómenos ocorram ao mesmo tempo. Há luz no fim do universo e a questão deixa de ser angustiante.





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Só há a-toms e espaço vazio

There is only a-toms and empty space

2009, Óleo sobre tela, 150 cm X 300 cm 3 painéis de 150 x 100 cm

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O anjo exausto

Exhausted angel

2008, Óleo sobre tela, 150 cm X 100 cm

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O fundo do mar no próximo ciclo cósmico

Sea bottom in the next cosmic cicle

2008, Óleo sobre tela, 100 cm X 150 cm

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Paisagem com cinco anjos

Landscape with five angels

2008, Óleo sobre tela, 100 cm X 150 cm

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Agora segue as luzes meu filho

Now follow the lights my son

2007, Óleo sobre tela, 162 cm X 162 cm

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Sussurros

Whispers

2007, Óleo sobre tela, 162 cm X 162 cm

Disponível para venda. 4.500 euros.





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Predadores assustados

Frightened predators

2007, Óleo sobre tela, 162 cm X 162 cm

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Megalito espiritual

Spiritual megalith

2007, Óleo sobre tela, 162 cm X 162 cm

Disponível para venda. 4.500 euros.





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The way to enlightenment

The way to enlightenment

2007, Óleo sobre tela, 162 cm X 162 cm

Disponível para venda (por favor contacte)





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Seeking enlightenment

Seeking enlightenment

2006, Óleo sobre tela, 162 cm X 162 cm

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A tentar regressar a casa

Trying to return home

2006, Óleo sobre tela, 108 cm X 176 cm Composto por 12 telas

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À procura de um pequeno gato no jardim perigoso

Looking for a small cat in the dangerous garden

2006, Óleo sobre tela, 172 cm X 117 cm Composto por 12 telas

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O último dia da infância

The last day of infancy

2006, Óleo sobre tela, 162 cm X 162 cm

Disponível para venda: 4.900 euros





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Os indesejáveis

The undesirables

2006, Óleo sobre tela, 130 cm X 162 cm 6 painéis de 65 cm x 54 cm

Disponível para venda (por favor contacte)












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